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A partir deste sábado 16/10/2010 a BSRSoft deixará de usar em definitivo o padrão DOC e DOCX da Microsoft para documentos em favor do padrão ODF (Open Document).

100% de nossas estações de trabalho são equipadas somente com o Ubuntu Linux e a suite OpenOffice, cujo padrão de documentos é o ODF.

Após um grande período de adaptação de documentos legados nossos e de re-engenharia de nossos parceiros, fornecedores e colaboradores, deixaremos de aceitar e emitir documentos que não estejam no padrão ODF.

Isso está sendo feito para garantir o uso de um padrão que ao longo do tempo não muda e causa incompatibilidades, fenômeno notório do padrão DOC e DOCX que a cada nova versão da suite MS Office introduz incompatibilidades.

O padrão ODF já pode ser usado em qualquer suite de escritório hoje e por isso é a melhor escolha para empresas que desejem que seus documentos sejam corretamente abertos, lidos e manipulados independente da plataforma utilizada (MS Windows, MAC OSX, Linux, Solaris etc.

Trata-se de um padrão aberto, governado não por uma única empresa. Por isso ele representa os interesses comuns do mercado como um todo e não apenas os interesses de uma única empresa dona de uma única plataforma.

Não existe mais vantagem competitiva, do ponto de vista da BSRSoft, em se utilizar documentos DOC e DOCX.

www.bsrsoft.com.br

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Microsoft lança vídeo para disseminar dúvidas e assustar os consumidores sobre a qualidade do produto concorrente.

Por IDG News Service

A Microsoft e os seus adeptos têm uma longa história de práticas de marketing contra seus concorrentes de software de código aberto. O objetivo é confundir o público e desacreditar as outras marcas – técnica conhecida como Fear, Uncertainty and Doubt (FUD), em português, Medo, Incerteza e Dúvida.

Seja Linux ou qualquer outra alternativa, parece que nenhuma conversa pode ser realizada sem as inevitáveis insinuações da Microsoft sobre o maior custo e a falta de suporte técnico. Tais afirmações são, obviamente, apenas mitos para disseminar dúvidas e assustar os consumidores, como também seus próprios clientes.

Porém, esta semana, nós temos um novo exemplo desta típica prática da Microsoft: Um vídeo (veja abaixo) no YouTube produzido especificamente para atacar a suíte de aplicativos OpenOffice.org.

Intitulado como “A Few Perspectives on OpenOffice.org” (em português, Algumas Perspectivas sobre o OpenOffice.org), o vídeo exibe depoimentos de consumidores que tentaram migrar para a solução de código aberto – principalmente clientes corporativos – mas que depois se arrependeram da mudança.

Poderia ser mais evidente o medo de Steve Ballmer, CEO da Microsoft?

Medo da concorrência
Há algum tempo, já é evidente que softwares de código aberto assustam a Microsoft. No ano passado, por exemplo, a empresa deixou clara sua preocupação sobre a popularidade crescente do Linux e do seu prejudicial efeito sobre o império do Windows. Portanto, a companhia tem muito a temer, principalmente, se relacionarmos os altos preços com os conhecidos casos de ataques de malwares, por exemplo.

Tradicionais críticas
“Nós instalamos o OpenOffice em sistemas com Linux para economizar”, diz uma voz anônima no vídeo. “Então logo descobrimos que o alto custo e a disponibilidade limitada de suporte nos deixou em situação ainda pior”, completa.

É claro, tais preocupações estão diretamente ligadas a cartilha padrão de ataques da Microsoft. Além disso, eles também estão, principalmente, direcionados ao fato do OpenOffice.org ter obtido recordes de downloads de suas mais recentes versões, e por, provavelmente, contribuir com cerca de 10% do mercado global de aplicativos para escritório.

Provavelmente, todos estes milhões de usuários ao redor do mundo estão sofrendo em silêncio ao utilizar o OpenOffice.org!

Melhor alternativa
Hoje, é claro, não há apenas OpenOffice.org, mas também o LibreOffice, bem como uma série de outras alternativas. Então, com o aumento da concorrência surge uma pergunta:

– Se o Microsoft Office é tão superior, mais barato e com melhor suporte, então por que lançar um vídeo como esse? Por que o desespero? Por que atacar um concorrente assim?

A resposta é simples: A verdade é que os produtos da Microsoft não são superiores ou melhores em termos de suporte e custo. Além de serem cheios de falhas e repletos de vulnerabilidades.

Microsoft, não é hora de você tentar algo melhor do que isso?

(Katherine Noyes)

Nesta terça-feira, 14 de setembro de 2010, o presidente da Microsoft para América Latina, Hernán Rincón, criticou a decisão de alguns governos da região, incluindo, e especialmente o Brasil, de incentivar – ou mesmo obrigar – a adoção de software livre em seus serviços públicos e sistemas educacionais.

Comentou: “Com todo respeito ao Brasil, mas qual deveria ser o papel do governo? Desenvolver software ou melhorar a vida da pessoas?”

Cometeu diversos enganos, aparentemente de forma intencional, haja visto que trata-se do principal executivo da Microsoft na região que de forma previsível defende o modelo de negócio desta, o software fechado.

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O técnico-chefe em eletrônica da plataforma de petróleo Deepwater Horizon testemunhou que um computador na plataforma que monitorava e controlava as operações de perfuração estava congelando e exibindo a tela azul da morte antes da explosão da sonda que marcou o início do vazamento de petróleo na costa do Golfo. O congelamento significava que o sondador não tinha acesso às informações necessárias sobre a perfuração. Michael Williams, que é um ex-fuzileiro naval, disse ainda que o alarme de segurança a bordo da plataforma havia sido mudado para um modo que evitasse acordar os membros da tripulação que estivessem dormindo. O alarme de segurança era pra alertar a tripulação sobre níveis perigosos de gases combustíveis.

Fobte: http://www.brc.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2214&Itemid=362&lang=pt_BR

(Info Online) SÃO PAULO – A Microsoft acaba de confirmar, por meio de um comunicado no seu blog oficial, que seu navegador Internet Explorer 9 rodará apenas o formato de vídeo H.264, excluindo o suporte para Adobe Flash.

De acordo com Dean Hachamovitch, gerente geral do browser, a decisão foi tomada porque o formato H.264 é o que possui maior suporte de hardware e o que melhor se adapta ao HTML 5, padrão que Microsoft acredita ser o futuro da web.

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