Agora é política institucional.

Vinhamos à bastante tempo trabalhando com pilotos de implantação de outras metodologias em nossa divisão de desenvolvimento de software que dessem contas dos dilemas tradicionais que o modelo “fábrica de software” possui.

Gargalos como prazos que sempre estouram em uma software house, custos que saem de controle com frequencia, “dívida técnica” que faz parte do modelo de lançamento de software e a correção posterior de seus bugs e muito mais, afligem à nós, tanto quanto qualquer outra produtora de programas de computador que usa modelos clássicos, que nada mais são do que linhas de montagem de código fonte.

Agora, estamos deixando o modelo de linha de montagem e passamos a tratar com toda a força, software como algo que é mais comparável à uma pintura (uma forma de arte) do que comparável à um carro que recebe chassi, depois transmissão, motor, carroceria, pintura e acessórios ao final.

Adotamos um misto entre SCRUM (para a parte de gerenciamento do processo de desenvolvimento) e XP (para dar conta das demandas de engenharia de software).

Nossos projetos pilotos foram tão felizes com essa mudança de paradigma, que não havia mais razão para mantermos a “fábrica de software”.

Hoje o que temos, está mais para um atelier de software.

Nossos clientes estão mais felizes (tanto internos quanto externos), entregamos mais valor agregado e em menos tempo, diminuímos em muito a dívida técnica reduzindo drasticamente o número de bugs entre releases…

Em suma, nos tornamos uma empresa ágil de desenvolvimento de software.

No endereço http://tv.bsrsoft.com.br possuímos diversos vídeos detalhando metodologias ágeis de desenvolvimento.